
Nada como inverter os papeis do que se passa na cabeça dos americanos. Foi o caso de dois filmes desta semana em que o bonzinho é negro, e o mauzinho é branco (este e o “Cleaner”). Como se os americanos acreditassem nestas coisas de que os negros são bonzinhos, mas nada melhor que massajarmos o ego a dizer que também se fazem filmes onde eles são bonzinhos. Os métodos de avaliação de filmes de Hollywood cada vez erram mais no alvo, a prova está no mega sucesso UP, que não iria ter sucesso só porque era com um velhote e não tinha “a gaja”
O John Travolta está óptimo (quem diria que alguma vez eu afirmaria isto depois do “Saturday Nigh Fever), o Denzel Washington está igual a si próprio, pois representa sempre o mesmo papel, dele mesmo. Mas os américas gostam dele, por isso tomem lá disto.
O argumento.. bem.. extremamente falacioso com alguns aspectos interessantes. Realmente quanto vale uma vida humana.
Sirenes, tiros, bandeiras americanas, violência, ódio, amor, pai de família americano, sempre tudo misturado ao bom estilo de Hollywood para cair no esquecimento.
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